O mundo afflicto e a humanidade triste

Seu negro fado e sua dôr soffrendo!

Cheio de compaixão atraz voltaste

Do horrifico espectaculo, tapando

Com as azas do anjo o rosto brando,

E no seio do Eterno te asylaste.

Morreste! como aurora sem poente,

Como flôr, que perfume inda exhalava,

Como o sopro da brisa recendente,

Como a onda, que apenas se formava!