Morreste! como a folha verde e bella
N’um tronco forte a despontar louçã,
Não arrancada á sanha da procella,
Mas leve solta aos beijos da manhã.
Morreste! como lampada brilhante,
Inda virgem, sem dar mystica luz;
Ou turib’lo d’incenso crepitante,
Esquecido nos braços de uma cruz.
Morreste! e os anjos da eternal morada
Levárão entre palmas e capellas