O aroma das flores, e o canto das aves
E o que ha de mais puro se perde nos céos.
IV.
SENHOR, se na afflicção que te consome,
Na dôr immensa, que teu peito acanha,
Póde erguer-se do bardo a voz sentida
E aos teus soluços misturar seu pranto;
Se a dôr do pae não absorve inteiro
O peito augusto do Monarcha excelso,
Enxuga as tristes lagrimas que vertes!