Mas quando a balança dos nossos destinos,
Na grávida concha dos nossos peccados
Sumir-se no abysmo—dos raios divinos
Os golpes apára nos contos dourados.
Não caia do Eterno a justa inclemencia
No povo, que soube teu berço guardar;
Ampara-o nas azas da tua innocencia,
Que os prantos de um anjo nos podem salvar.
Desdobra tuas azas de cores suaves,
Adeja no espaço, procura o teu Deos: