Um velho, um dia, leu-me a sina.
Ha que tempos que isso lá vae!
A-i-ó-ái!»
(O vento continua uivando).
—Quem é, Thereza, que oiço clamores,
Vae vêr á porta, vae n'um instante!
—Socegue, durma, são os lavradores,
Que passam para a feira d'Amarante...
E vá de roda! e vá de roda!
Olé!
E vira e vira e já virou!
E na tarde da minha boda
Houve baile, houve baile, olé!