Nós somos (o contrario, embora, seja escripto)
Os fogos-tátuos d'esta cova do Infinito…
O Infinito
Sou o mar sem borrasca, onde emfim se descança.
Aqui, vem desagoar o rio da Esperança…
A Esperança
Morri, irmãos! mas lá ficaram minhas vestes,
No vosso mundo: dei-as dadas aos cyprestes.
Os Cyprestes
Para apontar os céus, como dedos funereos,
Plantaram-nos no pó dos mudos cemiterios…
Os Cemiterios
Porão, beliches, tudo cheio!… Os céus absortos!
Não cabe em Josaphat esta leva de mortos!
Os Mortos