Na collecção do Instituto ha um ou mais machados de pedra muito desgastados n’uma das superficies, e parece terem servido de amoladores.
8.ª
O TOUCADO DE RAMSES II NA SARDENHA
A paginas 141 e 142 d’este livro, dissemos como em monumentos antigos do Egypto se vêem os libycos e amazirghas, habitantes da Africa septemtrional, adornados com uma trança enroscada que passa por diante da orelha e cahe sobre a espadua, recurvando-se á maneira do chifre inferior de alguns carneiros. Dissemos tambem que um dos pharaós, Ramses II, se adorna com toucado similhante. No Universo Pittoresco, na parte respectiva á Sardenha, vem a estampa de um idolo de bronze com uma trança da mesma sorte recurvada. O auctor do livro, que foi o presidente Gregory, diz que o cavalleiro Ferrero la Marmora apresentara aquelle idolo.
TABELLA DAS GRAVURAS
| 1, 2 e 3—Silex das collecções da Commissão geologica de Portugal, que o sr. Carlos Ribeiro suppõe terem sido lascados pelo homem terciario. Tamanho natural | [29] |
| 4—Machado de silex lascado da estação de San Isidro. (Anales de la sociedad española de Historia Natural. Tom. I, cuaderno 3.º) | [33] |
| 5, 6 e 7—Faca de silex da estação de Argecilla (Op. cit.) | [39] |
| 8 e 9—Machadinha de pedra de Argecilla (Op. cit.) | [40] |
| 10—Ponta de frecha de silex de Argecilla (Op. cit.) | [41] |
| 11, 12 e 13—Pontas de frecha de silex da Fonte da Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Escol. Polyt.) | [41] |
| 14—Cabeça de lança de silex, achada n’um dolmen pouco distante de Niza. Metade do tamanho natural. (Commissão geologica) | [42] |
| 15—Cabeça de lança da Sepultura de Martim Affonso, perto de Muge. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [42] |
| 16 e 17—Faca de silex da Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [43] |
| 18 e 19—Percutor de silex, descoberto no Alemtejo. Tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira, de Evora) | [45] |
| 20—Machado de feldspath branco, polido, encontrado no Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de archeologia do Instituto de Coimbra) | [46] |
| 21 e 22—Instrumentos de pedra da caverna de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora. Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 8 e 9) | [47] |
| 23—Instrumento (picareta?) de calcareo branco, molle, achado em Mafra. Um terço do tamanho natural. (Commissão geologica) | [47] |
| 24—Cabo de osso da Casa da Moura. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [49] |
| 25—Puncção de osso de Almeria. Tamanho natural. (Gongora. Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 61) | [50] |
| 26—Puncção de osso da Fonte da Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [50] |
| 27 e 28—Furador de pelles (?) objectos de osso achados na Fonte da Ruptura em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt.) | [51] |
| 29—Faca de osso de Albuñol. Tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 14) | [51] |
| 30—Fragmento semicylindrico de osso, achado na anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [51] |
| 31—Machadinha (?) de schisto de Monte-Real, proximo de Leiria. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [52] |
| 32—Fragmento de uma machadinha (?) de schisto, achado na Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [52] |
| 33—Baculo (?) de schisto da Sepultura de Martin Affonso, perto de Muge. Um terço do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [53] |
| 34—Machadinha de calcareo branco, achada na Cova da Estria. Tamanho natural. (Commissão geologica) | [54] |
| 35—Fragmento cylindroide de calcareo branco da Cova da Estria. Metade do tamanho natural. (Commissão geologica) | [55] |
| 36—Conta de calcareo da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [56] |
| 37—Contas de schisto da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt) | [56] |
| 38—Fragmento de louça de Mont’Abrão, propriedade do sr. marquez de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [57] |
| 39—Fragmento de louça da Pena em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt) | [57] |
| 40—Fragmento de louça da Fonte da Ruptura em Setubal. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [57] |
| 41—Fragmento de louça de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig. 51) | [57] |
| 42—Diadema de ouro da caverna de Albuñol. Um quinto do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig. 1) | [58] |
| 43—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um dezeseis avos do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig 2) | [59] |
| 44—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um vinte avos do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 7) | [59] |
| 45—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um nono do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 1) | [59] |
| 46—Bolsa de esparto de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 20) | [60] |
| 47—Concha vasada para servir de bracelete da Cueva de la Mujer. Metade do tamanho natural. (Mac-Pherson, 2.ª parte. Est. VIII, fig. 3) | [61] |
| 48—Pedra balouçante de Boariza, na provincia de Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 133) | [79] |
| 49—Pedra balouçante de Abra, na provincia de Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 249) | [79] |
| 50 e 51—Dolmen da Lairinha a 3:500 metros ao norte de Arrayollos, districto de Evora, provincia do Alemtejo. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) | [81] |
| 52 e 53—Dolmen de Valle de Moura. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) | [82] |
| 54—Dolmen del Hoyon. (Antig. prehist. de Andalucia, pag. 83) | [84] |
| 55—Dolmen de Ascensias. (Antig. prehist. de Andalucia, pag. 101) | [85] |
| 56, 57, 58 e 59—Vista interior, vista exterior, vista lateral e planta do tumulo de Antequera. (Sem. Pint. Esp. de 1857) | [86] [88] |
| 60, 61 e 62—Alçado, secção e planta do dolmen interior do tumulo de Eguilaz na provincia de Alava. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 157) | [92] |
| 63—Machado de cobre do Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de archeologia do Instituto de Coimbra) | [116] |
| 64—Machado de bronze do Alemtejo. Um terço do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) | [116] |
| 65—Ponta de frecha de cobre da Casa da Moura, uma das cavernas de Cesareda. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [117] |
| 66—Facas de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura de Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) | [118] |
| 67—Serrote de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura. (Mus. da Esc. Polyt.) | [118] |
| 68—Espada de cobre do Alemtejo. Um quarto do tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) | [120] |
| 69 e 70—Punhos de espadas de cobre do Alemtejo. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) | [120] |
| 71—Espada de bronze do Alemtejo. Dois nonos do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) | [120] |
| 72—Punhal de bronze da Galiza. Tamanho natural. (Mus. Esp. de antig. tom. IV) | [121] |
| 73—Punho de um punhal de ferro da Galiza. Tamanho natural. (Mus. Esp. de antig. tom. iv) | [122] |
| 74 e 75—Idolo de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) | [123] |
| 76, 77 e 78—Idolos de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) | [124] |
| 79 e 80—Cabras de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) | [125] |
INDICE
| PAG. | |
|---|---|
| PROLOGO | [1] |
| CAPITULO I | |
| ESTUDOS PREHISTORICOS | |
| Os erros geocentrico e anthropocentrico e o progresso das sciencias.—Machados depedra.—Opiniões dos antigos e do vulgo ácerca da sua origem.—Mercati entrevêa verdade.—Demonstrações de Jussieu e de Mahudel.—Opiniões de auctores hespanhoese portuguezes.—Primeira definição das idades prehistoricas.—O homemfossil.—Schmerling.—Boucher de Perthes.—Os sabios francezes e inglezes.—Inversãodas opiniões em França e Inglaterra.—Conferencia internacional.—Resultadosdefinitivos.—Estudos prehistoricos em Hespanha e Portugal. | [1] |
| CAPITULO II | |
| ANTIGUIDADE DO HOMEM | |
| Constituição da crusta da terra.—Rochas sedimentares.—Serie geologica.—Rochasplutonicas.—Rochas metamorphicas.—Classificação dos terrenos estratificados.—Duraçãorelativa d’estas formações.—Computo e provas da antiguidade dohomem, deduzidas: 1.º da vegetação florestal da Dinamarca; 2.º dos sedimentosfluviaes; 3.º do desgaste das terras pelas aguas affluentes aos rios.—Antiguidadedo homem na Peninsula.—Clima glaciario.—Fauna correlativa.—Effeitos dafusão dos gelos.—Hypothese de Adhémar ácerca da epoca glaciaria.—Epocasglaciaria e preglaciaria.—Diluvios periodicos.—Comparação de ambos os hemispherios.—Proporçãodas aguas e das terras.—Factos comprobativos.—Outrascausas astronomicas.—Causas geographicas.—Gulf Stream.—Sahara. | [11] |
| CAPITULO III | |
| ANTIQUIORA MONUMENTA | |
| Classificação dos tempos prehistoricos.—Subdivisões da idade da pedra.—Silex e quartziteslascadas da Beira e da Extremadura, attribuidas ao homem terciario.—Julgamentod’estas provas no congresso de Bruxellas.—Provas indirectas do homemterciario, colligidas n’outros paizes.—Sua incerteza.—É maior ainda a dasprovas directas.—Primeiros vestigios do homem quaternario na Peninsula.—Estaçãode San Isidro.—Falta de vestigios da epoca mesolithica.—Bruteza dohomem paleolithico.—Progresso na epoca neolithica.—Condições favoraveis d’esseperiodo ao desenvolvimento da humanidade.—Primeiras exigencias do sentimentoesthetico.—Origem das artes. | [25] |
| CAPITULO IV | |
| PRIMICIAS DA ARTE | |
| A estação de Argecilla e outras da Peninsula comparadas aos kiokkenmoddings.—Antiguidaded’estas estações prehistoricas.—Pontas de frecha e de lança, encontradasem Hespanha e Portugal.—Estações notaveis de Castella a Velha.—Facasde silex e seu fabríco.—Officinas em Portugal.—Machados.—Picaretas.—Instrumentosde osso.—Puncções.—Fragmentos lavrados.—Placas de schisto.—Outrasinsignias ou emblemas.—Contas de collares.—Ceramica.—Objectosachados na caverna de Albuñol.—Diadema de ouro.—Vestidos, gorros e bolsasde esparto.—Ornatos feitos de conchas e de dentes.—Bracelete de concha daCUEVA DE LA MUJER. | [37] |
| CAPITULO V | |
| AS CAVERNAS | |
| Os troglodytas.—As cavernas imitadas nas mais antigas das construcções.—Seu estudorecente.—Bocas das cavernas.—Vãos interiores.—Como se formariam?—Analogiasdas cavernas com os veios metallicos.—Causas capazes de formar as cavernas.—Depositos.—Cavernasossiferas.—Procedencia das ossadas.—Ossoshumanos e vestigios da industria primitiva.—Caverna de Cavillon.—Cavernasda Sierra Cebollera, Gibraltar, Parpalló, Alhama de Granada e Albuñol.—Cavernasda Cesareda.—Se a anthropophagia sería um costume geral dos homensprehistoricos?—Razões em contrario. | [63] |
| CAPITULO VI | |
| OS MEGALITHOS | |
| Os megalithos.—Menhires.—Fins para que serviriam.—Alguns symbolisavam a Divindade.—Alinhamentose cromlechs.—Pedras balouçantes.—Algumas serviriamde altares.—Dolmens.—Differenças entre os de Portugal, Andaluzia e Galiza.—Distribuiçãogeographica d’estes monumentos na Peninsula.—Tumulos.—Differemessencialmente dos dolmens.—Serviram de sepulturas.—Lei da distribuiçãogeographica dos tumulos.—Cueva de Mengal.—Cueva de la Pastora.—Leida antinomia dos monumentos megalithicos e cyclopeos.—Tumulos daprovíncia de Alava.—Castros da Galiza e de Traz-os-Montes.—Cava de Viriatoem Vizeu. | [75] |
| CAPITULO VII | |
| PROBLEMAS | |
| Dificuldade de interpretar os vestigios das construcções prehistoricas.—Hypothesesde Bonstetten e de Bertrand ácerca dos dolmens.—Factos em contrario.—Leisda distribuição geographica dos dolmens.—Os dolmens e as construcções pelasgicas.—Têema mesma antiguidade.—Objectos achados nos dolmens de Hespanhae de Portugal.—Insignias de schisto.—Sua ornamentação similhante á deobjectos prehistoricos da Scandinavia.—Para que seriam os dolmens?—Porquenão ha vestigios de cinzel na maior parte dos da epoca do bronze?—Antiguidadeda epoca do bronze e do periodo da pedra polida em que principiaram a erigiros dolmens.—Foram introduzidos por um povo navegador.—A navegação jáera praticada no Atlantico durante a epoca da pedra polida.—A civilisação dosdolmens e a civilisação pelasgica.—Signaes esculpidos em dolmens e em rochas.—Duasepocas da civilisação dos dolmens. | [95] |
| CAPITULO VIII | |
| IDADE DOS METAES | |
| Porque não admittem a maior parte dos archeologos uma epoca do cobre?—Hypothesespara explicar a raridade dos objectos de cobre.—Abundancia d’estes objectosna Peninsula.—Haveria na peninsula Iberica uma epoca do cobre?—Coincidiriamessa epoca e a da pedra polida?—Substituiria a do bronze? Objectosde cobre e de bronze, achados em Portugal.—Machados, ponta de frecha, facae serrote, espadas.—Punhaes de bronze e de ferro da Galiza.—Brevidade dospunhos.—Lendas dos pygmeus.—Idolos e cabras de bronze.—Os primeiros dosexploradores do cobre na Peninsula foram anteriores aos phenicios.—Provas dafundição do bronze na Hespanha, ilhas Baleares e da Sardenha.—Classificaçãodos jazigos de bronze.—Fundições e thesouros.—Casta asiatica de fundidoresnos tempos antigos e modernos.—Os ciganos. | [111] |
| CAPITULO IX | |
| ORIGENS ETHNICAS | |
| Os finnicos e os vasconços.—Os seus idiomas agglutinativos.—Origem turania dosfinnicos.—Será commum aos vasconços?—Provas deduzidas da philologia eda anthropologia.—Hypothese de Retzius e sua classificação das raças humanas.—Refuta-seesta hypothese.—Opiniões dos philologos ácerca da linguagem vasconça.—Osmais antigos dos craneos da Peninsula e da Europa.—Craneos fosseisde Néanderthal e de Gibraltar.—Outros do Cabeço da Arruda, Cesareda e Cuevade la Mujer.—Maxillas.—Raça de Cro-Magnon.—Sua distribuição geographica.—Povoariaa peninsula Iberica?—Será representada ainda hoje pelos beréberes?—Factoscomprobativos.—Necessidade de novas observações.—Os beréberese os antigos egypcios.—Povos mediterraneos.—Sua civilisação ha tres mil annos.—Extender-se-hiaá Peninsula?—Conclusões. | [129] |
| CAPITULO X | |
| ORIGENS ETHNICAS (Continuação) | |
| Se os vasconços descenderão dos beréberes.—Insufficiencia das provas allegadas.—Hypothesesda unidade e da pluralidade iberica.—Razões favoraveis a esta ultima.—Aphilologia e a historia.—A Iberia do Caucaso comparada com a peninsulaIberica.—Os iberos e os povos com quem estavam relacionados.—Difficuldadede determinar os antigos povos peninsulares.—Asserções vagas dosauctores.—Necessidade de resolver o problema por methodos novos.—Até queponto as invasões historicas esclarecem as prehistoricas.—O Mediterraneo e oAtlantico, vias principaes por onde vieram as civilisações á Peninsula.—Relacionam-seestas vias com as duas correntes das emigrações asiaticas.—A distribuiçãogeographica dos dolmens peninsulares caracterisa uma das civilisações,vindas pelo Atlantico.—Os monumentos pelasgicos caracterisam outra, vindapelo Mediterraneo.—Antinomia d’estas duas civilisações.—Outras antinomiasentre o occidente e o oriente já nos tempos historicos.—As mais antigas dasminas de cobre.—Analogias entre os povos antigos da Iberia e os da America.—Acivilisação da epoca do cobre.—Os ciganos e os antigos fundidores do cobree do bronze. | [143] |
| NOTAS. | [157] |
INDICE DOS AUCTORES
- Abbot, [17]
- Adhémar, [19], [22]
- Æliano, [63]
- Agassiz, [130]
- Aldrovando, [3]
- Alix, [135]
- Almeida (P. Theodoro d’), [4], [162]
- Amador de los Rios, [10], [79], [92]
- Anatole Roujou, [140]
- Appiano, [146]
- Arbois de Jubainville (d’), [144]
- Ardison (Rafael Mitjana y), [87]
- Argote (Jeronymo Contador d’), [158]
- Assas (D. Manuel d’), [76], [87]
- Austen, [7]
- Avieno, [147], [148]
- Baillarger, [8]
- Barnard-Davis, [133]
- Benavides, [10]
- Bennet-Dowler, [17]
- Berardo (Antonio d’Oliveira), [93]
- Bertillon, [8]
- Bertrand, [90], [134], [160]
- Beuter, [3]
- Blumenbach, [130]
- Bluteau (D. Raphael), [4]
- Bonaparte (Luciano), [130]
- Bonstetten, [96]
- Boucher de Perthes, [7]
- Boué, [6]
- Bourgeois, [8], [14], [28], [31]
- Breuner (conde), [6]
- Brito (Bernardo de), [158]
- Broca, [8], [98], [135], [139], [143]
- Brome, [69]
- Buckland, [6], [67]
- Burmeister, [67]
- Burnouf, [127]
- Busk, [69], [133], [139]
- Buteux, [8]