[43] Lubbock, Op. cit. pag. 221 a 227.

[44] Dupont, L’homme pendant les ages de la pierre. Pariz 1872, pag. 221.

[45] Vilanova, Lo prehistorico en España.

[46] Muitas das pontas de frecha do museu da Escola Polytechnica provieram da Fonte da Ruptura e da Pena de Setubal, da Casa da Moura (Cesareda), da anta de Bellas, dos montes de Verride, de Barcarena, da Sepultura de Martim Affonso, de Monte-real (Leiria), das circumvisinhanças de Extremoz. As lascas de silex, procedentes do fabrico das facas, foram encontradas na Matta de Otta, na Charneca de Sacavem, nos Arieiros de Telheiras (perto do Campo Grande), no alto da Foz da Ponte (entre a Trafaria e o Cabo), nas Quintinhas de Sant’Anna (junto de Cezimbra?), ao norte de Mindeis (acima de Collares), entre Penedo e Bicas, em S. Francisco de Peniche.

[47] F. A. Pereira da Costa. Dolmins ou antas de Portugal. Lisboa 1868.

[48] Na collecção de archeologia do Instituto de Coimbra conservam-se muitos exemplares, pela maior parte do Alemtejo; ali estão tambem os de Cantanhede.

[49] Vilanova, Lo prehistorico en España. Gongora, Antigüedades prehistoricas da Andalucia.

[50] Ha poucos dias achou-se um d’estes instrumentos, similhante ao de Thomar, pela fórma e tamanho, em S. Miguel de Machede, districto de Evora, no Alemtejo. Apesar de mutilado na ponta, mede 0,ᵐ27 de comprido.

[51] Gongora, op. cit., Pereira da Costa, op. cit.

[52] Reliquiæ Aquitanicæ, pag. 186.