(friamente da porta) E a que vaes senão a aggravar a situação d’essa menina?
Maximo
Vou ao que devo ir.
Pantoja
Pode-se saber o que é?
Maximo
Escusado.
Pantoja
Não preciso de que me reveles as tuas intenções. Para quê, se as conheço? (Dá alguns passos para o centro da scena, cravando a vista em Maximo) Não me fio na expressão dos teus olhos. Penetro na tua mente, e descubro o que pensas... Interroguei-te, não para saber da tua intenção mas para ouvir as promessas com que a encobres... Em ti não mora a verdade, nem o bem... não, não, não... (Sae repetindo as ultimas palavras)