(com terror e em voz apenas perceptivel) Minha mãe! (Pantoja faz um signal affirmativo) Minha mãe! (Attonita, desejando e temendo uma explicação)
Pantoja
Chegaram os dias de perdão. Perdoemos.
Electra
(indignada) Minha mãe, a minha pobre mãe! Não falam d’ella senão para a deshonrar, para a denegrir... E ultrajam-a aquelles mesmos que a envilleceram! Pudesse eu tel-os a todos na mão para os desfazer, para os destruir, para não deixar d’elles nem uma migalha assim!
Pantoja
Terias que principiar por Lazaro Yuste.
Electra
O pae de Maximo!