Não, não ha anjos... Ouço o meu nome, ouço o bulicio dos meninos, que revolve toda a minha alma. São os filhos dos homens que fazem a alegria da vida. (Continua a ouvir-se mais apagado o côro das noviças)
Pantoja
(inquieto) Irmã Dorothêa, diga á irmã porteira que vigie a porta da Rua Nova e a da Ronda. (Á esquerda e á direita)
Dorothêa
Sim, meu senhor...
Pantoja
Mas não; irei eu mesmo... Não me fio de ninguem... Vou eu mesmo vigiar todo o claustro, todas as passagens, todos os recantos da casa. (Assustado, julgando ouvir ruido) Escute... Não ouvio?
Dorothêa
Quê?... Não ouvi nada... É illusão.