Vem commigo... Para a egreja não.
Electra
Aqui... Deixa-me respirar, deixa-me viver.
Dorothêa
(aparte, inquieta) É a hora dada pelo marquez de Ronda... Aproveitemos os minutos, os segundos, ou tudo está perdido. (Olhando para a esquerda) Vou dar-lhes entrada para este claustro... (Alto) Irmã Electra, espera-me aqui.
Electra
(assustada) Onde vaes? (Pega-lhe no braço)
Dorothêa
(com decisão, defendendo-se) Tratar de ti, dar-te a saude e dar-te a vida... Prepara-te para sahir d’este sepulcro, e leva-me comtigo.
Electra