O filho do Cancella, ouviu-os com ar sizudo, sem responder. A vista toldou-se-lhe quando o ameaçaram. N’um impeto de colera, arrancou as barbas postiças e arrumando com ellas ao chão, disse sahindo para fóra:

—Ainda um raio me parta se eu tornar a fazer de Centurião! Macacos me mordam, se pozer outra vez isto na cabeça!

E atirou ao meio da herva do adro, o bello capacete prateado, que foi ter a distancia.

O abbade, ainda se chegou á porta dizendo-lhe deante dos homens que alli estavam:

—Ah! bom marmelleiro! Levem d’ahi esse odre de vinho, antes que eu lhe ponha os ossos num feixe.

Em casa do pae, custou muito a socegal-o. Foi preciso deitarem-lhe uma chapoeirada d’agua fria para o acalmar. O somno que dormiu, foi de mais de doze horas!

Fevereiro de 86.