—É um dever... oh!...

—Ah! minha senhora... é muito...

—Não consinto...

—Por quem é...

—Muitos recados a sua mãe...

—Ha de presal-os infinitamente...

—Senhor Augusto...

—Senhora D. Rosa Guilhermina...

Emfim, despediram-se! Estavam bonitos! O tio e o sobrinho tocavam-se pelos extremos.

Rosa Guilhermina olhando-se a um espelho para ajuizar do merito da sua pessoa, momentos antes, dizia comsigo: