Braz levou a mão á testa, e da testa ao peito, e de um hombro ao outro, murmurando:
—Em nome do Padre, e do Filho, e do Espirito Santo! Coisa assim nunca os meus olhos esperaram vêr!… V. ex.^a é outro homem!… Eu estarei a dormir! E esfregava os olhos, desconfiando seriamente que estava dormindo.
—Entre cá dentro, disse o morgado.
Entrados á sala, perguntou o fidalgo com um ar secco:
—Que novidade o traz aqui?
—Vim por ahi abaixo, afim de vêr v. ex.^a, e ao mesmo tempo…
—Bem sei no que quer fallar. O habito de Christo, sim?
—Não sendo coisa muito de costa acima…
—Ha de arranjar-se. E que mais?
—-E que mais?…