—Foi no palacio do rei que…
—Então foi-me procurar ao palacio do rei! O sr. Braz é parvo!… Bem.
Eu preciso recolher-me. Quer mais alguma coisa?
—Não, sr. fidalgo… E v. ex.^a não quer nada lá para a terra?—volveu logo o antigo sargento com o nariz rubro de colera.
—Não quero nada.
—Pois eu para cá vou. Passe muito bem por cá, e até lá.
Não pôde ter mão de si o professor: voltou ao limiar da porta, que se fechava, e disse:
—Sr. morgado…
—Que é?
—Eu, para a outra vez, elegerei deputado que me arrange o habito de
Christo. Faça favor de se não incommodar.
—É asno!—murmurou Calisto batendo a porta com impeto.