Uma prima que o presa muito!

Dois meninos que se lhe cavalgam no costado!

Saude de ferro!

E barão!

Conjectura muita gente que elle é desgraçado, apezar da prima, do baronato, dos meninos, do dinheiro e da saude.

Eu, como já disse, não sei realmente se lá no recesso dos arcanos domesticos ha borrascas.

Na qualidade de anjo, Calisto, sem duvida, seria mais feliz; mas, na qualidade de homem a que o reduziram as paixões, lá se vae concertando menos mal com a sua vida.

Eu, como romancista, lamento que elle não viva muitissimo apoquentado, para poder tirar a limpo a sã moralidade d'este conto.

Fica sendo, portanto, esta coisa uma novella que não ha de levar ao céo numero d'almas mais vantajoso que o do anno passado.

FIM