—Ó senhora freira!

—Que quer vocemecê?—disse a prelada.

—A senhora faz favor de dizer á senhora D. Therezinha de Vizeu, que está aqui o pae d'aquella rapariga da aldeia, que ella sabe?

—E quem é vocemecê?

—Sou o pae da tal rapariga que ella sabe.

—Já sei!—exclamou de dentro a voz de Thereza, correndo ao locutorio.

A prelada retirou-se a um lado, e disse:

—Vê lá o que fazes, minha filha…

—A sua filha escreveu-me?—disse Thereza a João da Cruz.

—Sim, senhora, aqui está a carta.