—Sou da aldeia—respondeu Marianna.

—Isso vejo eu; mas de que aldeia é?

—Não me confesso agora.

—Mas não faria mal se se confessasse a mim, menina, que sou padre.

—Bem vejo.

—Que mau genio tem!…

—É isto que vê.

—Quem procura cá no convento?

—Já disse lá para dentro quem procuro.

—Marianna! és tu?! Anda cá!