—Vem, menina,—disse do interior a madre Rufina.
Carlota Angela pôz o pé no limiar, e exclamou, estendendo os braços para a madre porteira:
—Disse-me agora o coração que era para sempre!... Que é isto que eu sinto, meu Deus!
—Se é Deus que t'o faz sentir, minha sobrinha, louvemol-o todas pelo bello presagio que te inspirou.
A porta fechou-se. Carlota, rodeada de freiras, e nos braços de todas, soltou um ai que parecia um grito desentranhado do coração.
VI
Qui amans egens ingressus est princeps in amoris vias,
Superavit œrumnis is suis œrumnas Herculis.
Plauto. (Persa.)
O demonio da ambição...
A. Herculano. (Monge de Cister.)