Nem manchaes a natureza.
Elles não; sempre atufados
Em nojentos tremedaes,
Crêem só no seu dinheiro,
No cavaco do
palheiro
,
Na barriga, e nada mais.
A Cesar o que é de Cesar,
Aos velhos o que é dos velhos!
Nem manchaes a natureza.
Elles não; sempre atufados
Em nojentos tremedaes,
Crêem só no seu dinheiro,
No cavaco do
palheiro
,
Na barriga, e nada mais.
A Cesar o que é de Cesar,
Aos velhos o que é dos velhos!