Quem da crytica se encarga,
Deve andar estrada larga,
E não metter-se por quelhos.
CONTO MORAL.
Um
attaché
, que vivera
Em Pariz uns quatro mezes,
Voltando á patria mesquinha,
Não roubou nem palavrinha
Quem da crytica se encarga,
Deve andar estrada larga,
E não metter-se por quelhos.
Um
attaché
, que vivera
Em Pariz uns quatro mezes,
Voltando á patria mesquinha,
Não roubou nem palavrinha