Já não são os que argentavam

Estes lagos de esmeril!

Nem é este o pulcro savel

Que me deu sorriso afavel

D'entre os verdes salgueiraes!

Nem aqui meu peito anceia

Os carinhos da lampreia

(E outras asneiras que taes).

Quando eu era o mago enlevo

Das fadas de Campanhan,