Apanhava a borboleta,
Que doudejava louçan.
E, por tardes d'almo estio,
Lá nas margens do meu rio
Vi delicias de encantar....
--Pyrilampos, suspirando,
Qual Camoens suspira arfando
Os estos do seu penar.
Ai! trovas da minha aldeia,
Que saudades me doeis!