--Queria.

--Queria assim dar-me um esposa?

--Queria. E serias tu digno d'ella?

--Não ouso responder.

--Pois medita.

Silveira ergueu-se. Tomou a mão do filho, e apertou-lh'a com commoção, dizendo-lhe como quem profere um juramento na presença de Deus:

--O homem que maltratar aquella mulher deve dar terriveis contas da sua crueldade. Medita, Alvaro.

E deixou-o.

VIII

Ao mesmo tempo, Maria dos Prazeres, e sua mãe, tinham o seguinte dialogo: