--Não é o coração de Maria dos Prazeres.
--Pois qual?
--O de meu pae.
--É o coração de um pae... que mais queres que te diga?
--Gosta de Maria dos Prazeres?
--Se gosto!... Não te tenho eu dito que o coronel não deve queixar-se das injustiças dos homens em quanto lhe deixam o throno d'aquella filha?
--O pae quereria ter uma assim?
--Quizera assim dar-te uma irmã, filho... Oh se queria!...
--E uma esposa?--disse Alvaro balbuciante.
O pae não respondeu. As palpebras cerraram-se-lhe, que era esse o seu costume na meditação. Com os dedos da mão direita comprimiu o labio inferior, tirando por elle. Passou a mão esquerda por entre os cabellos; e, depois de alguns segundos, disse: