—Então porque se assusta?

—Estranho isto...

—Bem. Fique!—respondeu sêccamente.

Minutos depois, D. Julia, pondo a mão nos labios de Eduardo, segredava-lhe:

—Espera... não ouviste nada?...

—Não...

—Pareceu-me ouvir uns passos abafados na sala...

Eduardo fitou o ouvido, e apesar de pallido e enfiado, murmurou:{268}

—Não é nada...

N'este lance, abriu-se a porta da salêta, como se a impellisse um repellão de vento.