Que gerou Estevão Coelho;

Que gerou Pedro Coelho, o matador de D. Ignez de Castro;

Pedro Coelho gerou Gonçalo Pires Coelho;

E assim se foram gerando uns dos outros com uma constancia digna da nossa admiração, até que uma senhora da casa dos Coelhos, senhores de Vieira e Felgueiras, casou na casa dos senhores da Teixeira e Sergude, e d'este consorcio gerou-se:

Gonçalo Pinto Coelho, que gerou:

Martim Teixeira Coelho, que gerou:

Bernardo José Teixeira Coelho, que gerou:

Gonçalo Christovão Teixeira Coelho de Mello Pinto de Mesquita, senhor da Teixeira, de Sergude e do Bom Jardim, pai d'aquelle homem pobremente vestido que lia o cartaz do drama Egas Moniz, na esquina da rua Formosa.

Aproximei-me d'elle, puz-lhe a mão no hombro, e disse-lhe:

--Está o meu amigo regosijando-se de lêr em letras enormes o tio de seu decimo oitavo avô Egas Moniz...