(que passou para a esquerda) Então, pelo que vejo, ninguem almoça...

[ITELVINA]

Depois, Sebastiana, depois... mas tu não esperes. Almoças quando tiveres vontade.

[SEBASTIANA]

Eu não posso deixar a senhora sósinha...

[ITELVINA]

Pódes... Vou dormir... Vae, e fecha-me esta porta. (Sebastiana passa para a direita) Olha, para eu não acordar estremunhada, espreita, e quando o senhor vier, vem prevenir-me.

[SEBASTIANA]

Sim, minha senhora. (á parte) Ella quer aqui dormir sósinha... porque será? (Sahe pelo fundo).

[SCENA VIII]