(fechada) Abra, abra a porta!

[LIBORIO]

(pegando do chapeo) Medite, senhora, que eu passados tres dias, volto cá. (Sahe pelo fundo).

[ITELVINA]

(batendo na porta) É infame, é abominavel! Snr. Liborio! Olhe que quebro a porta. (Pancadas cada vez mais fortes) Abra-me a porta; peço-lhe que me abra a porta por quem é! Oh! que vil, que indigno procedimento!

[SCENA IV]

Itelvina (fechada) e Barnabé

[BARNABÉ]

(entrando pelo fundo) Ora aqui está! Em quanto eu estive aqui fechado, o Braga vendeu a casa da Carriça... Tenho de procurar outra... (Itelvina bate á porta do gabinete. Barnabé que está perto, recua assustado) Que diabo é isto?

[ITELVINA]