[ITELVINA]

(a meia voz) Deante da creada, não. (alto) Sáe, Sebastiana.

[SEBASTIANA]

(pondo o prato sobre a jardineira) Sim, minha senhora. (Sahe pelo fundo levantando a terrina e os pratos servidos).

[LIBORIO]

Agora, se me dá licença... (faz mensão de sahir).

[ITELVINA]

Peço-lhe que se demore um momento... O meu fim não é fazer a tal scena das pazes, descance. Mas, como não nos veremos mais é necessaria a ultima explicação.

[LIBORIO]

De que serve isso?