—É que são ratoneiros de couves. Que podem elles querer do quintal senão as tuas couves gallegas?
—Tu brincas, meu Casimiro!... Olha que isto é sério!... E não passa patrulha nenhuma!...
—Calla-te, creança! Se te ouvem, perderemos este espectaculo gratuito. Deixa vêr no que isto dispara. Lá vem outro estudante, rente pela parede d’alem! como elle se embuça!...
—Parou!—disse Christina agitada.
—Será da malta?! As couves não chegam para todos.
—Lá vai para baixo.
—E os outros seguem-no.
—Já não seguem.
—Elles ahi voltam, outra vez para a sombra.
—Outro empurrão á porta da escada!—murmurou Christina alvoroçada e tremula.