—Bem. V. s.ª acompanha-me. Irá comnosco o sr. alferes da companhia.

—Como queiram: vou só, vou com v. sr.ᵃˢ, vou com a escolta: para mim é de todo o ponto indifferente.

—Dispenso a força, sr. alferes, disse o administrador: póde v. s.ª mandal-a recolher com o sargento; o sr. alferes tem de ficar para solemnisar a prisão d’este academico que é furriel.

—Se querem subir...—disse o preso.

—Não, senhor: vá, e volte, que nós esperamos.

O administrador, em quanto Casimiro subiu a dar as ultimas palavras de conforto a sua mulher, disse ao commandante da força:

—Este homem ou está innocente, ou excede tudo que eu tenho visto em coragem!

—Será cynismo? replicou o militar.

—É cynismo, não pode deixar de ser cynismo—optou o cidadão que propozera o arrombamento das portas.

No entanto, Casimiro dizia a Christina, depois de beijar Mafalda: