—Casimiro esteve no collegio dos Nobres até...

—Até 1834, minha senhora—respondeu o filho do major.

—E depois...

—Como perdi meu pai, fui a Pinhel procurar amparo de parentes pobres.

—E nunca viu no «Diario do Governo» um annuncio perguntando se existia um filho do major Duarte Bettancourt?

—A Pinhel nunca chegou esse jornal—disse Casimiro—E quem se interessava em saber se eu existia?

—Quem?...

—Sim, minha senhora.

—Era eu.

—V. ex.ª!—acudiu Casimiro com assombro.