—Bonita! o menino como tem passado a noite?
—Bem.
—E tu que fizeste? Lêste?
—Li.
—Gostas das Meditações de Lamartine?—disse elle, tomando o livro de sobre a almofada do canapé.
—Muito... São tristes...—respondeu ella.
—Qual te fala mais ao coração?
—A Tristeza.
—Bem sei...—acudiu elle, recitando de cór:
De mes jours pâllissans le flambeau se consume,
Il s’éteint par degrés au souffle du malheur,
Ou, s’il jette parfois une faible lueur
C’est quand ton souvenir dans mon sein se rallume.