—Mas—proseguiu o morgado—o que ha no teu coração é o souvenir do poeta de Elvira.
—Ha.
—Qual?!...
—A recordação do anjo da minha mocidade.
—Teu primo?—atalhou irado o marido.
—Não... o anjo da minha innocencia.
Nicoláo sorriu-se, compondo o desmancho do rosto, e disse com maviosidade:
—Queria vêr-te feliz, prima!
—Feliz... como tu?
Esta pergunta deu-lhe uma pancada na alma. A reflexão combateu o preconceito, e respondeu: