—Porque não comes?—perguntou elle.

—Não posso—respondeu seccamente a senhora.

—Queres que chame um cirurgião?

—A minha doença não a curam cirurgiões: ha de curar-m’a... bem cedo a morte.

Nicoláo riu-se sarcasticamente.

Sentou-se Beatriz no leito, e escondeu entre as mãos o rosto, para abafar soluços.

O marido contemplou-a com azedume, affastou-se.

Saiu; foi emboscar-se no arvoredo da quinta; e meditou meia hora.

Quando cessou de meditar, sentia saudades de Margarida Froment!

VII