—Parece... Como está magro e pallido!
—E talvez não tenha um amigo!... um amigo sincero que o defenda de novos pricipicios... Quem me dera poder vellar o destino d’este rapaz!
—Pobre moço!... murmurou Beatriz, embebendo as lagrimas no lenço.
—Não te afflijas assim, menina. Se eu lhe não fallar, hei de escrever-lhe. Está em excellente idade para rehaver os creditos perdidos, e depois, é rico; a riqueza é meia rehabilitação, quando não é rehabilitação inteira e mais metade.
Caminhando, encontraram Martinho Xavier, que crescia para elles com a vista derramada, e amarello.
—Que tens? perguntou Nicoláo.
—Nada... respondeu Xavier, ferindo a filha com repetidos olhares penetrativos.
—Que tens, homem? viste o monstro?
—Que monstro?
—O Raphael, o tigre, a basilisco?—perguntou o morgado, sorrindo.