—Está... respondeu Beatriz, levantando do chão os olhos em que Raphael viu um vidrado de lagrimas.
—O primo Raphael que faz aqui? perguntou o morgado.
—Nem eu sei, sinceramente lh’o digo.
—Sei eu, e bom será... que o boticario de Fayões o não saiba...
O moço não abriu leve sorriso; abaixou os olhos e murmurou:
—Seja generoso, primo Nicoláo. Eu não espero da sua mão a esponja do fel. Creia que tenho sido muito desgraçado, e perdoe-me não ter podido ser feliz.
Apertou a mão da prima, abraçou ligeiramente o morgado, e afastou-se velozmente.
Nicoláo quedou-se immovel e silencioso.
D’ahi a segundos disse a Beatriz:
—Creio que teu primo é sinceramente desgraçado!...