Convinha que, uma vez por outra, tirassemos o látego das costas dos frades e o sacudissemos nas costas dos legisladores. Corriam parelhas na perversidade. A depravação moral era tão cerrada e tamanha que havemos de receber como fabula um justo no meio de taes ministros da justiça divina e humana.

INDICE

PAG.
Prologo[5]
Introducção[7]
I—Informações[22]
II—Não era mãe![29]
III—O faro das bestas-feras[37]
IV—Resposta[43]
V—A piedosa eloquencia do frade[53]
VI—Braz Luiz[63]
VII—Exemplo de honestidade aos medicos[72]
VIII—Má sina de poetas[81]
IX—Poeta e moralista[89]
X—Os expatriados[99]
XI—Trese annos depois[107]
XII—Historia de Antonio de Sá[122]
XIII—Seguimento da historia[131]
XIV—O segredo horrivel[137]
XV—Angustias que existiram[150]
XVI—O padre Braz[157]
XVII—O inferno como elle é possivel[164]
XVIII—Catequeze[171]
XIX—O velho da ermida[179]
XX—Parecia christão na morte[184]
XXI—Como se póde viver![188]
Conclusão[191]
Notas[195]

[1] Nação era o termo denominativo e collectivo do povo judaico, dispersado entre as nações. Nação, por excellencia, era a d'elle. Vej. passim, João Baptista d'Este, Dialogo entre discipulo e mestre cathechisante, e todas as sentenças do santo officio, e escriptos concernentes á raça hebraica.

[2] Caracteristico legal da raça judaica. Vej. Ord. do Reino—as Philip.

[3] Veja a nota final.

[4] Veja a nota final.

[5] O leitor dispensa que se lhe dê fielmente traslado das maiusculas e da orthographia.

[6] N'este periodo asfixiante é menos admiravel a profundeza da doutrina que o folego pulmonar do leitor da sentença!