—Olha que está muito infeliz a pobre Leonor!—disse a mãe.

—Não lh'o tinha eu dito?! Acceitou?

—Acceitou, e agradeceu com lagrimas.

—Deve de estar muito quebrado aquelle genio pela desgraça!—tornou Alvaro—Acceitou a esmola!... Pobre mulher!... Deve estar mudada tambem de rosto...

—Diz a Eufemia que muito, e até trajada com pouco aceio.

—Perguntaria por mim?

—Não sei, filho... Eu presumo que não teria força para tanto!... Fiz-te a vontade, Alvaro?

—E a sua vontade, minha mãe, não era soccorrer tambem a infeliz?

—Era, era, meu filho...

—Pois não se esqueça de lhe mandar todos os mezes o que a mãe julgar necessario á decencia d'ella.