Entrava Innocencio no camarote, quando a personagem chamada IZAURE dizia a FAYEL:

Ah! já não amas a infeliz consorte?

N’este lanço, a loura esposa voltou o rosto e olhou intencionalmente para o marido, que tinha já os olhos cravados no camarote de Rosa.

Thomazia seguiu o suspeito lanço de vista, surriu-se, e baixou a cabeça, encostando-a á mão direita.

D’ahi a pouco as senhoras D. Florencia e Sebastiana choravam lagrimas como punhos. É que Izaure, de joelhos deante do furioso Fayel, exclamava:

Ah! prostrada a teus pés, digna-te ouvir-me.

Tem compaixão, Senhor, da afflicta esposa! etc.

Poucas scenas deixaram de ser victoriadas pelas lagrimas da familia Barros, exceptuado Gervasio; que esse, quando Fayel vociferava ameaças de morte contra a esposa, dizia:

—O homem é levadinho de todos os diabos!

Findo o primeiro acto, perguntou D. Thomazia ao marido se tinha gostado.