Camões uma das eclogas que haviam de representar as pastoras em cujas redes se embaraçou o pensativo escravo de Dulcinea.
Passando do primor de Cervantes á sua quasi rival Galatea, lê-se que o pae da linda heroina das margens do aurifero Tejo, intenta prendel-a com os laços de hymineo a um pastor lusitano das ribeiras do deleitoso Lima. Que bellos são os versos da apaixonada amante de Erastro quando ao despedir-se do seu dourado rio, canta:
«¡Que tengo de despedirme
De ver el Tajo dorado!
¡Que ha de quedar mi ganado,
Y yo triste he de partirme!»
É pena que tão deslumbrante producção ficasse por acabar e que o leitor ignore se os zagaes do manso Henares chegaram a rechassar o pastor estranho.
Passemos ás
Novellas Exemplares
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