Ninguem.

Quem não pensa que a economia deva ser permanente empenho de todos os homens publicos?

Ninguem.

Quem não vê na reducção das despezas um dos melhores meios para alliviar as finanças das difficuldades que as peiam?

Ninguem.

Mas quem faz das economias bandeira exclusiva de parcialidade?

Quem lhes attribue o condão de fazer brotar o dinheiro em jorros taes, que matem a sede de meios em que ardem os cofres do paiz?

A especulação.

Economise-se, que economisar é proveito e dever.

Mas o deficit é talvez de 8.000:000$000 réis!