Pude simplesmente apprehender que foste uma perseguida do destino.

Deixa-me fixar depressa no papel os teus traços fugitivos, n’estas paginas escriptas a correr.

Amanhã será tarde. Tudo passa, tudo acaba. Quanto mais as saudades que inspiras, leviana señorita?!...

Eil-as, enfeixadas aqui, essas saudades, fragil tributo de um estrangeiro, que tenuemente entreviste e chamavas amigo...

Coitadas! Boiam á tona do esquecimento, como petalas de rosa cahidas de célere batel sobre vagalhões de alto mar.


NOTA

Á [pagina 77], primeira linha, onde se lê—Alexandre de Gusmão, inventando os areostatos,—leia-se,—Bartholomeu de Gusmão etc.


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