Ás finas ironias das Farpas, onde especialmente se distingue a mala inseparavel de D. Pedro de Alcantara respondem:—O vosso rei é um bebado e um devasso! E querendo responsabilisar os colonos pelos escriptos de Ramalho Ortigão, escrevem:

«A emigração é um direito baseado na phylosophia, sustentado pelo progresso da humanidade.

«Sim, senhor, não vamos ao contrario d'esse principio eterno do desenvolvimento da arte e da sciencia, da civilisação por tanto.

«Mas não ha direito que não tenha por espelho o dever em seu fiel cumprimento.

«O emigrado suppõe a idéa de utilidades. É um axioma.

«O emigrado é um individuo, e como tal, para fazer valer seus direitos, corre-lhe a obrigação de não faltar aos seus deveres.

«Ora, desde que esquece estes perde aquelles.

«O direito suppõe a justiça, o dever suppõe a moral.

«Desprezada a moral pelo individuo temos um ente perdido e perigoso, que despreza da mesma forma a justiça por meio de um crime.

«Um criminoso não póde ser util a sociedade alguma.