Deixaram sua terra para nos vir ver—Y Katu Karaibe: «são bons os francezes e muito nossos amigos.»
Depois pergunta ao francez Mabuype deruuichaue Yrom? «Comvosco quantos superiores, guerreiros, capitães e principaes vieram?»
Responde-lhe elle Seta, «muitos.»
Replica o selvagem—De Muruuichaue? «Não és d’esse numero? Não és um dos principaes?»
Bem podeis pensar, que não ha ninguem, por mais mediocre, que seja a sua condicção, que de si não diga bem, e por isso responde o francez Ché Muruuichaue «sim, sou um dos principaes.»
Diz o selvagem Teh Augeypo «muito bem, estou muito contente: basta, fallemos de outra coisa.» Ereru patua? Ereru de caramemo seta? «Trouxestes muitas caixas e cestas, cheias de mercadorias?»
São as melhores noticias, que se lhes pode dar, para as quaes tem sempre dispostos o animo e o coração, de sorte, que tudo quanto dizem é somente como que um preambulo para chegar a este ponto.
Depois que o francez responde-lhe affirmativamente diz o selvagem—Mea porerut decarameno pupé? «O que trouxestes em vossas caixas e coffres de joias? que mercadorias?» dizem elles com vóz doce e agradavel, pois são muito curiosos de saber o que trazem comsigo os francezes.
Deve estar prevenido o francez para não dizer e nem mostrar o que elles desejam, afim de trasel-os sempre na expectativa, si dos seos serviços quer aproveitar-se.