—Que foi, minha querida, que foi?
Via-lhe os vestidos cheios de sangue.
—Feriram-n'a?
Ella fez um gesto negativo.
—Então? então? disse eu.
A pobre senhora queria fallar, erguia-se, suffocava, anciava, parecia n'uma agonia.
De repente atirou-se aos meus braços e desatou a chorar.
—Fale, diga, insistia eu.
—Mataram-n'o, disse ella.
—Mataram quem?