—Rytmel.

—Como? Onde?

—No jardim… Vá!

XI

Corri ao jardim. Os meus passos instinctivamente, apressaram-me para o lado da pequena porta verde aberta no muro.

Estava aberta. Ao lado, junto de uma moita de baunilhas, estendido no chão, levemente apoiado no cotovello, vi Rytmel.

—Então? gritei-lhe, abaixando-me anciosamente para elle.

—Só ferido…

—Como? onde?

Não respondeu, os olhos cerraram-se e desfalleceu sobre a relva.