—Mas oiça, tio Francisco...

—Não.{25}

Macário sentiu uma grande cólera:

—Nesse caso, faço-o sem licença.

—Despedido da casa.

—Sairei. Não haja dúvida.

—Hoje.

—Hoje.

E o tio Francisco ia a fechar a porta, mas voltando-se:

—Olá!—disse êle a Macário, que estava exasperado, apoplético, raspando nos vidros da janela.